25 anos de fé inabalável, de portas fechadas e de uma noite em que Deus falou mais alto que tudo. O maior memorial de Nossa Senhora de Nazaré da história do Pará está sendo construído pelo povo paraense.
"Construir é um ato de Fé."
✦ O Começo de Tudo
Era 1996. Eu estava em Nova York, diante da Estátua da Liberdade. Barcos cruzando a baía. Turistas de todos os lados. Um monumento que o mundo inteiro conhece.
E naquele momento — naquele exato momento — eu vi a Ilha do Cumbú. Vi os barcos saindo de Belém em direção à ilha. Vi os romeiros descendo nas margens. Vi Nossa Senhora de Nazaré — grande, imponente, de braços abertos — recebendo o seu povo à beira do rio.
Não com os olhos. Com o coração. Com aquela clareza que só Deus é capaz de dar.
Voltei ao Brasil com aquela imagem gravada dentro de mim. E nunca mais saiu.
Paulo Castelo Branco conta como nasceu o sonho, os obstáculos, a noite que Deus não deixou dormir e a decisão de construir o maior memorial de Nossa Senhora de Nazaré da história do Pará.
Assistir no YouTube✦ 25 Anos de Fé Inabalável
A ideia foi levada ao Governador do Estado. Houve conversas, havia simpatia — a Ilha do Cumbú como destino da Santa. Mas a máquina pesada do poder público tem seus tempos. E "depois", no calendário da política, às vezes significa nunca.
Com o Prefeito de Belém, o projeto avançou de verdade. Engenheiros, arquiteto, duas maquetes. Estacas foram fincadas, a fundação foi iniciada. Por alguns dias, o sonho de 25 anos teve cheiro de concreto.
Mas a bancada evangélica trancou as pautas na Câmara. O prefeito cedeu. A obra foi parada. As estacas ainda estão lá — e até hoje ninguém fez nada naquele lugar.
Por anos, o projeto foi levado a prefeitos, governadores, secretários, candidatos. A resposta era sempre a mesma: "medo de perder votos dos evangélicos." Um candidato ao senado não passou da secretária.
Mas eu não parei. Porque eu devia alguma coisa a Nossa Senhora. E devia ao povo paraense.
Com dor no ombro e medicado com um analgésico forte que nos dois primeiros dias me derrubava em minutos — na terceira noite o sono não veio. O projeto da Santa martelava na minha cabeça com uma força que o remédio deveria ter apagado. E não apagou.
"Quando algo atravessa a dor, o cansaço e até um analgésico forte — é porque não está vindo de você. Está vindo de algum lugar muito mais alto."
Fui orar. E recebi a certeza absoluta: era hora de agir sozinho.
Terreno adquirido em Águas Lindas, Ananindeua. Engenheiros contratados. Maquete pronta. A obra sendo construída sem depender de nenhum governo — com fé, com recursos próprios e com o povo paraense que quiser fazer parte.
"Nossa Senhora de Nazaré vai ficar de pé no Pará. Não porque o governo quis. Mas porque o seu povo acredita."
✦ O que será construído
A maior representação de Nossa Senhora de Nazaré da história do Pará.
Missas, batizados, casamentos e momentos de oração.
168 lugares
Vista privilegiada para toda a Região Metropolitana de Belém.
873 m²
Culinária típica paraense para os romeiros e visitantes.
253 m²
Arte sacra, artesanato e espaço para retiros e eventos.
✦ Livro dos Voluntários Construtores
Esta obra não pertence a nenhum governo. Ela está sendo construída pela fé e pelo voluntariado do povo paraense. Deixe seu nome e faça parte — seu nome ficará gravado para sempre no Muro dos Construtores.
Desejo participar como:
Sua assinatura foi recebida. Em breve entraremos em contato pelo WhatsApp com novidades do projeto.
✦ O Idealizador
Paulo Castelo Branco é jornalista, escritor e psicanalista radicado em Belém do Pará. Há mais de 25 anos carrega a visão de honrar Nossa Senhora de Nazaré — A Padroeira do Povo Paraense — com um monumento permanente.
Depois de 25 anos de tentativas, de dois governadores, de um prefeito que cedeu à pressão política e de portas que se fecharam em todos os lados — Paulo tomou a decisão mais importante de sua vida: construir sozinho, com fé e com o povo paraense.